O Projeto Apadrinhar está em busca de pessoas interessadas em construir vínculos afetivos com crianças e adolescentes que vivem em serviços de acolhimento institucional de Gravataí. A iniciativa permite que padrinhos e madrinhas acompanhem os afilhados em momentos de convivência, lazer, passeios e outras atividades, oferecendo presença, afeto e uma referência de confiança.
Instituído pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul e pela Organização de Apoio à Adoção e Assistência Social (ELO), o projeto conta com apoio da Prefeitura de Gravataí, por meio da Secretaria Municipal da Família, Cidadania e Assistência Social (SMFCAS), em parceria com o Juizado da Infância e da Juventude.
O apadrinhamento afetivo não significa adoção e não envolve obrigação financeira. A proposta é construir uma relação de confiança, respeitando a história, o tempo e as necessidades de cada criança ou adolescente. Os padrinhos podem acompanhar os afilhados em atividades de lazer, passeios, férias e momentos de convivência, conforme as orientações das equipes responsáveis.
“O padrinho e a madrinha serão aqueles para a criança como referência de suporte, vínculo e afeto. Aquele dindo ou dinda que pega no final de semana para passear, que leva nas férias, que dá suporte emocional, sem possuir atrelamento financeiro, apenas vínculo e afeto”, explica Cristiane Santos da Rosa, coordenadora do Departamento da Criança e do Adolescente da SMFCAS.
O projeto tem atenção especial aos adolescentes, que muitas vezes permanecem por mais tempo nos serviços de acolhimento e podem enfrentar dificuldades para estabelecer vínculos fora do ambiente institucional. “O que uma criança ou um adolescente precisa é saber que existe alguém que se importa, que lembra dele, que quer saber como ele está e que está disposto a construir uma relação de confiança”, afirma a psicóloga da ELO, Tássita Medina.
As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo e-mail [email protected]. Os candidatos receberão orientações sobre a documentação necessária e as demais etapas. O processo também inclui oficinas formativas na sede da ELO, na Rua Pio XII, nº 35, bairro Oriço. A agenda será informada posteriormente.
Mais informações podem ser obtidas pelo WhatsApp da psicóloga Tássita Medina: (51) 99134-8864.








