O monitoramento do Rio Gravataí é realizado de forma contínua por órgãos ambientais e de gestão hídrica, com o objetivo de acompanhar o nível e a qualidade da água, além de prevenir eventos extremos como cheias e estiagens. Entre os principais responsáveis pelo acompanhamento estão a Agência Nacional de Águas e a Fundação Estadual de Proteção Ambiental.
Um dos principais pontos de medição está localizado na estação hidrométrica de Passo das Canoas/Caça e Pesca, em Gravataí, utilizada como referência para alertas de inundação. A estrutura integra uma rede que opera 24 horas por dia, fornecendo dados essenciais para a tomada de decisões em situações de risco.
Além disso, a Fepam mantém a chamada rede básica de monitoramento, ativa desde 1992, voltada especialmente à análise da qualidade da água, incluindo indicadores de poluição e impactos ambientais. Outro ponto importante são as captações da Corsan em Alvorada e Gravataí, que contam com sistemas de alerta para níveis críticos do rio, fundamentais para o controle do abastecimento.
O sistema também inclui a Estação Experimental do Arroz, ligada ao Instituto Rio Grandense do Arroz, em Cachoeirinha, que monitora a qualidade da água utilizada na irrigação. Esses dados contribuem diretamente para o setor agrícola da região.
As informações coletadas são utilizadas pela Defesa Civil do Rio Grande do Sul e demais órgãos públicos para emissão de alertas e gestão de recursos hídricos. O monitoramento é considerado essencial tanto em períodos de cheia, quando há risco de inundação em áreas de várzea, quanto em momentos de estiagem, quando o uso da água pode sofrer restrições.
Com o acompanhamento permanente e a integração entre diferentes instituições, o sistema de monitoramento do Rio Gravataí se consolida como uma ferramenta fundamental para a prevenção de desastres e a preservação ambiental na região.






