Desde o início das atividades da Unidade de Coleta de Sangue Amanda Schussler, em março deste ano, Gravataí já registrou a coleta de 470 bolsas de sangue, volume capaz de beneficiar centenas de pacientes, já que cada doação pode salvar até quatro vidas. As próximas ações estão agendadas para os dias 15, 23 e 27 de julho, além de 3, 12 e 15 de agosto.
Para doar, é necessário realizar agendamento prévio pelo site da Prefeitura ou pelo WhatsApp (51) 3600-7450, informando nome completo, CPF e data de nascimento.
O secretário municipal da Saúde, Régis Fonseca, destacou a importância da participação da comunidade para manter os estoques abastecidos.
“Os estoques de sangue precisam ser mantidos de forma regular, porque a demanda é constante e não pode esperar, dependendo diretamente da solidariedade da população. A unidade permite a doação diretamente na cidade, sem que seja necessário que os cidadãos se desloquem para outros municípios. Nosso agradecimento também aos mutirões realizados por empresas para levar doadores para esse gesto tão importante de amor ao próximo”, afirmou.
Diversas instituições já promoveram mutirões de doação, entre elas o Colégio Dom Feliciano, com alunos dos cursos técnicos de Enfermagem e Química, o 17º Batalhão de Polícia Militar (BPM) de Gravataí e as empresas Amcor, Rauter, Imobiliária Pessatto, Centro Universitário Cesuca, CrossFit Gravataí e Lucrati Contabilidade.
A unidade funciona em parceria com o Hemocentro do Estado do Rio Grande do Sul (Hemorgs), responsável pelo apoio técnico, capacitação das equipes e transporte das bolsas coletadas.
Para doar sangue, é preciso estar em boas condições de saúde, pesar no mínimo 50 quilos, não estar em jejum, evitar alimentos gordurosos antes da doação, ter dormido pelo menos seis horas nas últimas 24 horas, não consumir bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores e não fumar por pelo menos duas horas antes da coleta.
As mulheres podem doar a cada 90 dias, com limite de três doações por ano. Já os homens podem doar a cada 60 dias, com limite de quatro doações anuais.
Entre os impedimentos temporários estão gripe ou febre, gravidez, amamentação de bebês com menos de 12 meses, tatuagens e piercings recentes, procedimentos endoscópicos realizados nos últimos seis meses e situações de risco para infecções sexualmente transmissíveis. Já os impedimentos definitivos incluem doença de Chagas, hepatite após os 11 anos de idade, infecção pelos vírus HIV, hepatites B e C, HTLV e uso de drogas injetáveis.








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